segunda-feira, 3 de maio de 2010

Direito a esclarecimento

Queixa de um leitor:

Covardia na Policlínica da Polícia Militar de São João de Meriti...
Silvia, Já não podemos mais reclamar nossos Direitos... Um Cabo foi preso na PPM/SJM, porque ao chegar à Policlínica foi informado no SAME que o médico não compareceu, e que a consulta iria ser remarcada, como necessitava de atendimento médico, pois não estava bem de saúde, se dirigiu a Major Gloria responsável pelo SAME da Policlínica, a fim de tentar que outro médico o atendesse. E em tom alto e agressivo foi destratado pela major, que ao invés de ajudá-lo lhe deu VOZ DE PRISÃO. E a ai vem a pergunta: será que se fosse um Oficial seria tratado de tal forma? Será que não o teriam avisado com antecedência do cancelamento da consulta, visto que as consultas agora são agendadas, pois durante o seu agendamento é anotado TEL, nome, RG e Unidade do militar?
O companheiro foi autuado na DPJM por DESACATO. Até que ponto podemos reclamar nossos Direitos, sem sofrermos tamanha represália? Haja vista, o Desacato alegado pelo Major Gloria é arbitrário e ilegal, pois pelo que consta no auge da inércia da administração da Policlínica, o Militar sendo tolido nos seus Direitos, e sendo destratado pelo Major Gloria, e vendo que não conseguiria o seu atendimento médico previsto em Lei, apenas se retirou da sua presença, o que não caracteriza Desacato. Todos que viram a cena ficaram comovidos, com tamanho absurdo, pois o Militar caiu desesperadamente em prantos


Direito de resposta

Cara Sra Silvia
Sou Diretor da PPM/SJM e gostaria de fazer alguns esclarecimentos acerca do comentário do Anônimo de 27 de abril.
Prezado Companheiro
Repudio a sua afirmação de que houve "covardia" em nossa Unidade, pois o seu relato está eivado de inverdades. Senão vejamos:
1 - O Cb estava agendado para atendimento, mas chegara atrasado e a sua vaga já havia sido considerada desistência, portanto fora destinada à outro paciente, que se não me engano era praça ou dependente de praça. Ou seja, O MÉDICO NÂO FALTARA, o cliente chegou atrasado.
2 - A Maj Gloria explicou que pelo adiantado da hora o atendimento naquele turno não seria possível, mas se ele aguardasse poderia ser atendido no turno da tarde.
3 - Na unidade em que dirijo, não existe discriminação entre praças e oficiais. Todos são tratados com carinho e a atenção que merecem.
4 - O Cb NÃO foi preso por DESACATO, nem autuado na DPJM por crime. O que ele fez segundo o seu relato: "retirar-se sem autorização da presença de superior hierárquico" caracteriza transgressão disciplinar e como tal foi tratada.
5 - A administração da PPM/SJM não é inerte como é afirmado. Estamos em constante mutação, buscando aperfeiçoar nossos serviços. Não sei quem lhe disse que "o Cb caiu em pranto desesperado", pois isso não aconteceu. Ele foi tratado o tempo todo com respeito e consideração. Coisa que ele não teve conosco, que estamos trabalhando para TODOS os nossos usuários.
EM RESUMO: NÃO EXISTE COVARDIA EM SJM, TRATAMOS BEM A TODOS QUE SOFREM E NOS PROCURAM. SEJAM ELES PRAÇAS, OFICIAIS OU DEPENDENTES. APENAS QUEREMOS SER TRATADOS DA MESMA MANEIRA.
Lamento profundamente o ocorrido, e convido a Sra. Silvia a nos visitar, e se o prezado anônimo for militar ou usuário do FUSPOM, também é bem-vindo. Quanto ao Cb em tela, ele pode e deve retornar à PPM para continuar o seu tratamento. Apesar do seu comportamento descortês nessa ocasião, ele também é dono da Policlínica. Tenho certeza que apesar desse rompante de indisciplina, ele é boa pessoa e como tal merece ser tratado.
A PPM/SJM É DE TODOS NÓS
Atenciosamente,
Ten Cel Med Rodnei - Diretor da PPM/SJM


Caro senhor diretor da PPM/SJM, agradeço seu interesse em vir expor a sua versão dos fatos e gostaria d deixar bem claro que o meu blog é um espaço democrático, inclusive não tendo moderação de comentários. Não tenho por hábito manifestar as minhas opiniões pessoais sem que tenha sido testemunha ocular ou sem antes verificar a veracidade dos fatos, o que vinha fazendo a esse respeito. A única conclusão que pude tirar de tudo isso é que se a major realmente desrespeitou o paciente ela deveria responder por isso, pois quando vamos a um hospital não esperamos encontrar superiores hierárquicos, mas médicos e enfermeiros, com os quais possamos contar. Entendo todas as dificuldades pelas quais vem passando as unidades de saúde da PMERJ, a começar pelo HCPM, e sei também os transtornos que um atraso pode causar, mas mesmos os atrasos, às vezes, têm justificativas. Quanto ao comportamento do praça em questão, vejo o problema pelo ângulo de profissional de saúde e não como militar e, por isso, considero em primeiro lugar o estresse e os transtornos psicológicos aos quais esses paciente está exposto só pelo simples fato de estar enfermo, imagine isso somado ao estresse profissional? Mais uma vez agradeço sua visita e o convite para conhecer a unidade de SJM, com certeza irei lá um dia e só darei a minha opinião a respeito do ocorrido quando tiver mais detalhes para poder avaliar a questão.

23 comentários:

Anônimo disse...

Prezada Senhora Sílvia,

Gostaria em primeiro lugar de cumprimentá-la pelo sucesso do seu blog, onde os fracos e oprimidos, podem usar o seu valioso espaço, para clamar por justiça.

Senão vejamos: visitando o seu blog nesta data, li a postagem datada de 03 de maio de 2010, Direito de esclarecimento, bem como a réplica do nobre Coronel Rodney, comandante da Policlínica da PM de São João de Meriti. Ora, Sra. Sílvia o nobre coronel, pelo que entendi na sua réplica achou justo a “nobreza” enquadrar o plebeu (Cabo PM) paciente e prende-lo se amparando num Regulamento Disciplinar, covarde e arbitrário.

Sr. Cel. Médico Rodney, O Senhor Nunca chegou atrasado a uma reunião, ou mesmo a uma consulta médica? Ou mesmo faltaste a sua consulta? Por favor, Coronel, sinceramente esperava outra atitude sua, mas observei que o senhor começa sua réplica de defesa a “Nobreza”, usando a palavra (eivado), muito triste para um médico.

Quanto a esta Senhora Glória que imbuída de major Enfermeira, se dar ao luxo de prender o paciente, ao invés de ajudá-lo, mostra a classe Policial Militar, a sua arrogância e prepotência.

Mas ainda nos resta um fio de esperança. Mande apurar, seja imparcial e prenda esta Senhora major enfermeira Gloria, por abuso de autoridade.

É o mínimo que o senhor poderia fazer, já que segundo suas palavras na replica, na sua Unidade não existe discriminação entre Praças e Oficiais, e que todos são tratados com CARINHO E ATENÇÃO que merecem.

Anônimo disse...

Silvia, Sou da PPM/CASCADURA, por isso não posso me identificar, pois bem sabe da covardia que nós militares somos submetidos (punições, perseguições e etc...)

A referida Major do comentário Queixa de um leitor, era bem pouco tempo Capitã da PPM/CASC, e ela é uma enfermeira, completamente desequilibrada e destemperamentada. Devido a isso foi transferida pelo comandante na época, da PPM/CASC para PPM/SJM, porque nem ele aguentava mais.

Acredito no relato acima, pois bem conhecemos a Major Gloria. Mais ela e uma digna de pena, esteve durante muito tempo em tratamento pela neurologia. Ela precisa sim de cuidados pela Saúde mental. E nós da PPM/CASC demos graças a Deus por nós livrarmos desse mal.

Anônimo disse...

Silvia, Sou da PPM/CASCADURA, por isso não posso me identificar, pois bem sabe da covardia que nós militares somos submetidos (punições, perseguições e etc...)

A referida Major do comentário Queixa de um leitor, era bem pouco tempo Capitã da PPM/CASC, e ela é uma enfermeira, completamente desequilibrada e destemperamentada. Devido a isso foi transferida pelo comandante na época, da PPM/CASC para PPM/SJM, porque nem ele aguentava mais.

Acredito no relato acima, pois bem conhecemos a Major Gloria. Mais ela e uma digna de pena, esteve durante muito tempo em tratamento pela neurologia. Ela precisa sim de cuidados pela Saúde mental. E nós da PPM/CASC demos graças a Deus por nós livrarmos desse mal.

Colaborador disse...

Silvia,

O Coronel Rodnei é um bom Comandante, e tem feito um excelente trabalho a frente da Policlínica, é um homem justo, creio que ele ficou “vendido” com relação a esse fato.

Logo após ter sido dado a voz de prisão, o cabo foi levado para a sala da SSJD (justiça e disciplina), esse momento foi critico, pois o paciente chorou igual a uma criança, e todos é claro ficaram penalizados. Ambos (Cabo e Major) foram conduzidos a DPJM.

É claro que a Major contou sua versão sobre os fatos ao Coronel Rodnei (pois o mesmo não assistiu a cena). E é aquele velho ditado: “Oficial não mente, no mínimo se engana”. “Oficial tem sempre razão”.

Que isso sirva de exemplo para todos os Praças da nossa Corporação. Não batam de frente com os Oficiais, por mais que estejamos certos. NUNCA se esqueçam que existe um Regulamento injusto e cruel que só beneficia os Oficiais.

Parabéns Silvia, pelo seu comentário, e lamentável que as Equipes de Saúde de todas as Unidades da PMERJ não pensem assim, ou seja, antes de sermos militares, somos também seres humanos e esperamos encontrar médicos, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, auxiliares e técnicos de enfermagem, entre outros... Que um dia fizeram um juramento que é cuidar e zelar por vidas. E não Superiores Hierárquicos.

Quanto ao Comandante Rodnei, ele está certamente mal assessorado, apenas isso.

Aproveito a oportunidade para dizer que acompanho o seu Blog a muito tempo, e espero que seu grandão esteja bem. E saiba que continuo orando muito por vocês.

Rocha Faria disse...

Olá Silvia,

Seu comentário sobre o fato lamentável, ocorrido entre uma Oficial da área de saúde da Policlínica de São João de Meriti e um praça, é de uma sabedoria, muito pouco vista por este missivista. Parabéns.
Aproveitando que o Senhor Coronel Rodnei ler o seu blog, gostaria de fazer-lhe algumas sugestões, pois sei que é um homem íntegro, e foi induzindo a tomar uma atitude a desfavor do já sofrido Policial (Paciente).
Sr. Coronel, já se passaram inúmeros Comandantes por esta Unidade de Saúde, e nenhum deles providenciou, uma faixa de pedestre em frente à Policlínica junto a CET–Meriti; Há uma necessidade de sinalização, pois os veículos transitam em alta velocidade, e nem um policial fardado existe para auxiliar os pacientes idosos, cadeirantes, grávidas e crianças que buscam atendimento médico. Também há necessidade de se construir um abrigo na área interna, para que os pacientes não fiquem expostos ao relento de chuvas, e até ameaças de morte por parte de marginais que transitam de madrugada ao redor da Policlínica, enquanto aguardam os Sargentos Permanência acordarem de seus sonos profundos, e vem muitas vezes de shorts, abrir os portões numa total falta de respeito para com os militares e seus familiares.
Portanto senhor Comandante, existe muita coisa para ser feita e também não podemos negar que foi na sua gestão a implantação da marcação de consulta por telefone, o que sem duvidas aliviou bastante. Necessitamos de um médico urologista, bem como o retorno do exame de PSA.
Um abraço, e sucesso a frente do Comando da Policlínica

Anônimo disse...

Sílvia, também sou praça do QMP-0,lotado na PPM CASC e trabalhei com a Oficial Superior mencionada em "QEIXA DE UM LEITOR' desde o tempo em que era 1º TEN. Estou aqui para, ao contrário do companheiro da minha OPM, afirmar que A MAJOR é, e sempre foi, um exemplo a ser seguido pela sua conduta íntegra.Uma Oficial que, ao contrário dos outros da área da saúde ( que geralmente chegam atrasados e saem cedo) sempre mostrou envolvimento com a administração e respeito aos seus chefiados.Sempre batalhou por uma escala de serviço mais justa para nós e nunca concordou(por ex.) com a maneira que o Diretor que a transferiu de lá nos tratava, pois ele (CEL MED LUIS CARLOS) não se dirigia aos praças e, muito menos, aos funcionários civis.Sempre nos apoiou com base no RDPM, para que nunca perdessemos a razão.Como trabalhei com ela no SAME, e enfrento até hoje o DESRESPEITO E O DESCATO DE COLEGAS 9 INCLUSIVE MAIS MO0DERNOS), que por "trabalharem na rua", acham que o nossa função é menos importante, chegando a ponto de nos desprestigiar e recorrer aos nossos superiores na tentativa de obter deles uma resposta diferente da nossa, para depois retornarem ao balcão do SAME (como acontece), para mostrar que não somos nada, que nossa palavra não vale nada(parece que este foi o caso da queixa). A major Glória era, na época de CAPITÃ, a única que atendia no balcão junto conosco (praças) e tem feito falta no nosso setor e na PPM CASC, ao contrário do relato DESPEITADO do nosso companheiro, que , com certeza, fez um comentário leviano mas que já deve ter recorrido a Oficial em questão pois esta era Chefe do SAME e da ENF, em algum momento, e que, com 100% de certeza, foi atendido.Quero finalizar meu comentário esclarecendo que a conduta dela sempre se pautou pelo RDPM e que se o caso foi conduzido a DPJM, logo será apurado por lá e que, não cabe a ninguém fazer comentário maledicentes baseados em suas frustrações, como sugerir que a mesma fosse presa. Quanto ao fato da Oficial ter sido a primeira a relatar o ocorrido ao Diretor da PPM /SJM, é natural. Ora, ele faz parte do seu Estaddo Maior.Não existem testemunhas do "pranto desesperado" do fraco e oprimido CB? Então, os interessados devem esperar o fim do processo de apuração.Se o Diretor está sendo acusado de ser parcial, a DPJM, não será ( com certeza) , ainda mais com tantas testemunhas... Mas, trabalhei com o Dr. Rodney, enquanto Ten no HCPM, e sei que ele é JUSTO, logo não teria feito um comentário se não reconhecesse, como eu tambémn, a postura ética e a competência da Oficial. Mostrei para alguns colegas de serviço da PPM CASC, os comentários covardes postados em seu blog e percebi a desaporovação por parte de TODOS que leram.VOLTO A AFIRMAR QUE SOU PRAÇA DA PPM-CASC, PERTENÇO AO QMP-0 e EM MAIS DE 20 anos da Coorporação nunca tive um Chefe que valorizasse mais sua equipe do que a mAJ GLÒRIA, que ao contrário dos Oficiais QOA de CASC, é altamente competente e não perde seu tempo perseguindo praças.

Silvia Gomes disse...

Obrigada pelos comentários.

Quanto ao comentário de 06/05 às 19h e 38 min, lamento ter que discordar quanto a imparcialidade da DPJM, pois como já relatei uma vez aqui no blog em uma postagem referente ao fim das mesmas, sofri na pele o tratamento dito "imparcial" que a referida sessão dispensa a nós, praças e parentes de praças. Na ocosião tive o desprazer de ser enxotada de lá por um suposto major(digo suposto pois todos estavam à paisana e sem identificação e só deduzi a patente porque o praça que me atendeu à porta chamou-o de major)que sequer teve a dignidade, hombridade ou mesmo educação de vir até a porta para saber o que eu precisava. O problema do meu esposo havia sido com um oficial e, mesmo com inúmeras contradições no depoimento do mesmo, os responsáveis pela DPJM fizeram questão de pressionar meu esposo afirmando que fariam de tudo para que ele fosse expulso, então meu caro, a minha visão da DPJM não é igual a sua. Mas foi em outra época e em outra gestão, pode ser que hoje, com a cabeça do novo comandante, essas coisas tenham mudado e que as pessoas que lá estão primem pela justiça e verdade e não pelos privilégios. Tenho visto essa mudança de pensamento e de atitude nos atendimentos que tenho tido por parte dos oficiais que tive o prazer de procurar para buscar auxílio e posso citar como exemplo o Cel. James Strougo, o Cel Med. Borges, O Cel. Med. Sardinha e mesmo dois ex comandantes de meu esposo o Cel. Penteado e o Cel. Cid, todos muito educados, cortezes e solicitos, muito diferentes das que eu procurava no passado,consigo ver sutis mudanças, hoje, na PMERJ, pelo menos no modo de tratar conosco.

Inclusive aproveito o espaço para agradecer ao capitão Gustavo Antunes, que me deu a grande oportunidade de mudar e mando um abraço para ele e um beijo para sua mãe, uma pessoa que aprendi a respeitar e de quem gosto, mesmo conhecendo-a só pela net.

Anônimo disse...

Sra. Sílvia, sou CB d0 QPMP-6, auxiliar de enfermagem,lotado em Cascadura.Assim como eu, outros colegas da minha unidade ficaram indignados com a onda de comentários envoltos de hipocrisia que inundam este blog sobre uma Oficial Superior, altamente competente.Tive a ajuda dela quando me vi perseguido pela Direção da minha unidade, inclusive por um Oficial QOA, que se esquece que um dia foi CB como eu.
Quero manifestar meu apoio a esta excelente ENFERMEIRA e deixar alguns questionamentos?
Conforme o relato que "denunciou a suposta covardia", a Major estava fardada, de serviço, em sua OPM e MESMO ASSIM, foi desacatada por um CB...Por quê? Porque ele tinha a certeza da impunidade, não existe outra resposta possível, Ele teria feito isso com um Major HOMEM???Ele teria feito isso em um BATALHÃO????Ele teria feito isso com um MAJOR DO BOPE???Todos nós sabemos a resposta: NÃO. Porque fez com ela? Pq ela é mulher? Pq a farda dela, como a minha, é branca? Pq ela é enfermeira?? Devemos pensar nisso...pois sou CB, minha farda é branca e sou, com frequencia, desrespeitado por colegas que me acham menos importante.Só que em CASC ninguém nos apoia e os desrespeitos contra nós continuam.São militares como este que hoje se diz oprimido que mancham a imagem da corporação e envergonham os policiais de bem, como eu e , com ceretza, seu marido.SÃo policiais, DESTE TIPO, que colocam a PMERJ quase que diariamente no lado negro das páginas policiais dos jornais.Lembra-se do caso do Afro-reagge??pois é, elas tinahm a certeza da impunidade. ESTOU DEIXANDO MEU APOIO A ESTA MAJOR !!

SGT M.Maxímus disse...

Sra. Silvia é um prazer comentar em seu blog e dou os parabéns pelo trabalho que mantém mesmo com seus problemas particulares tão graves, gostaria de deixar aqui o desejo de que tudo corra bem, tanto para a senhora, quanto para o guerreiro enfermo.

Bom, vamos lá:

Sou Sargento e colaborador do Blog Praças da PMERJ e vou dar minha visão depois de ler com atenção tudo aqui escrito. Um dos companheiros que comentou disse que um policial com problemas não faria o que fez com um oficial do BOPE ou com qualquer outro oficial HOMEM e eu concordo com ele, em parte. Por quê? Por um motivo simples: Não somos iguais, assim como, talvez, um oficial homem do BOPE, tendo conhecimento da pressão que seu subordinado está exposto tivesse feito por menos. Um oficial homem não teria medo, mas ficaria p... com o militar e, por ser “igual” e se estivesse realmente tentando ajudar, usaria da “energia” de homem e conseguiria, com essa atitude enérgica, conter seu subordinado que não está ali de sacanagem, está ali procurando atendimento, (dificilmente se tem problema com o praça armador, esses não querem problemas e sim uma solução fácil para ficar em casa). Uma mulher ao ver um homem exaltado ou usa do militarismo ou, dependendo do problema que o policial esteja, pode até apanhar. Afinal quem tem problema quer solução e não alguém que lhes dê mais problemas.

Acho que a major não teve muita opção, mas se fez uma boa faculdade de enfermagem deveria primar pelo que aprendeu e dar apoio e procurar entender o sofrimento de quem está procurando por saúde. Trabalhei muito tempo na rua e já somos tratados como lixo nos batalhões, poucos temos valor e nesse ritmo ficamos em estado de “mola” sendo comprimida a tal ponto que, quando essa mola é solta, ela toma um impulso muito grande, é uma força destrutiva tanto para quem dá quanto para quem recebe.

Agradeço a oportunidade de poder expressar minha opinião e gostaria de convidar a todos para acompanhar o blog Praças da PMERJ.

Obrigado.

Fierro disse...

Sra Silvia,
Lendo o comentário das 1938h., em que o anônimo diz que a major Glória, segue o RDPM e, que as DPJMs, são imparciais com os Praças, somente tenho a dizer duas palavras: SEM COMENTÁRIOS

Rômulo disse...

Prezada guerreira Senhora Sílvia,
Com relação a sua postagem das 08:02h, fiquei muito feliz diante da qualidade de seu Comentário, haja vista acompanho o seu Blog há muito tempo, e seu que ele foi criado pela Senhora, após ter sofrido na própria péle os seus Direitos tolidos pelo Sistema. Mas, aproveito para orientá-la, bem como os seus inúmeros leitores, que com certeza os anônimos das 19:38h e 08:09h., dificilmente são Praças e, sim Oficiais encondendo-se no anônimato para sair em defesa da Oficial e, não da Enfermeira, que todos nós esperamos encontrar. Mas, no caso muito remoto de ser um Praça, deve servir na Polícia Militar dos Estados Unidos (New York) e, não na PMERJ. Abraços para as senhora e saúde para o Grandão.

Otacílio disse...

Boa tarde. Que bom que ainda existam espaços democráticos como esse. Não entrarei aqui no questionamento ou pré julgamento desse caso específico, entretanto, gostaria de “relembrar” ao Sr. Ten Cel PM Médico Ródney, que acerca de 04 anos atrás, quando ainda Maj PM, e SUB CMT da aludida PPM, ocorreu um episódio de destrato por parte de um determinado Oficial médico, onde recorri até as últimas instâncias (inclusive na esfera judicial) pois achei INADMISSÍVEL a forma em que fora eu tratado.
Esse breve comentário em que fiz é somente para mostrar que nem tudo são flores, ou seja, não é nenhuma novidade, e se precisarem de maiores informações sobre o caso concreto, terei o imenso prazer de ceder alguns documentos redigidos por mim e devidamente recibados pela Administração à época.

caio disse...

Sra Sílvia, meu nome de guerra é DIONÌZIO, sou CB lotado atualmente no 22º BPM.Em outubro minha unidade era o 25º BPM (Belford Roxo) e quero relatar que fui à PPM SJM para buscar atendimento para a clínica de OFTALMOLOGIA (raridade na Corporação) e fui gentilmente atendido pelo CAP ENF GLÒRIA, hoje MAJOR, que não podia resolver a minha necessiadade de atendimento para o dia, até pelo adiantado da hora, compometeu-se comigo(sem me conhecer) a resolver o problema para a semana seguinte e assim o fez.Já estava cansado de enfrentar longas filas e não conseguir atendimento nenhum. A oficial após me atender em sua sala, comprometeu-se e cumpriu, agendando a minha consulta para data posterior (parece que foi esta a proposta dela para o meu colega de graduação).Depois desta consulta, estou sempre, com minha família na PPM SJM, aonde minha filha faz tratamento odontológico e concordo com o meu superior , SGT MAXIMUS, a oficial, que foi muito educada comigo, não deve ter tido outra opção pois se esta fosse a conduta rotineira desta "CARRASCA" porque não fui preso também??

justo disse...

Senhora Silvia, lendo o seu Blog, gostaria de descordar com o Caio, comentarista das 13:14h.,porque até onde sei o 25° BPM, fica em Cabo Frio, e não em Belford Roxo,

Anônimo disse...

Já que o Major Glória (enfermeira), gosta tanto de prender Praças DOENTES, vamos convida-la para subir numa VTR do G.A.T., e dar um "passeio". Aguardem!! Vai tremer, não sabe nem pegar no obsoleto "38".

Mari disse...

OLá Sílvia. Sou praça, auxiliar de enfermagem do HCPM.Meu comentário não é anônimo e resolvi posta-lo após ler a postagem ANÕNIMA de 08/05 às 17:31h em que um companheiro se ACHA melhor do que a Oficial por andar numa VTR do G.A.T. e manusear armas. Ele se esquece que não nasceu sabendo atirar e que QUALQUER um pode fazer isso( INCLUSIVE ELE), após treinamento. É só ver o número elevado de menores infratores (com idade cada vez menor)armados que ameaçam a todos, inclusive a ele que, pelo visto, se sente o HOMEM DE FERRO III.
Tal comentário ANÔNIMO só veio pra confirmar o que foi postado por um CB AUX. de ENF, da PPM-CASC em 07/05 às 08:09 h ao afirmar que os PPMM que trabalham nas unidades operacionais se sentem superiores e daí acham que podem nos destratar por sermos da área da saúde.Serve também para confirmar o comentário, TAMBÉM NÃO ANÔNIMO, do SGT M.Maximus, que escreveu que a Oficial não deve ter tido opção. Será que este ANÕNIMO a que me refiro não será a "vítima indefesa" da Oficial ???? Fica evidente também a frustração deste anônimo com o fato da Oficial ser enfermeira.Ele e outros companheiros que postaram aqui se esquecem que o fato da Oficial ser uma profissional da área da saúde NÃO ALTERA a sua condição de OFICIAL SUPERIOR.

Cb Justo disse...

Cara guerreira Senhora Sílvia,

Obrigado, por abrir este espaço para os fracos e oprimidos, fui
orientado por um Colega para visitar o seu Blog hoje, pois segundo ele
havia um assunto de Covardia contra um Companheiro Doente. Após analisar
com critério os fatos aqui escrito, me despertei para o Comentário da
Mari, das 18:35h - Concordo em parte com o relato dela, mas observando
o conteúdo das 17:31h., vejo que o Companheiro, em momento algum,
menosprezou os nossos irmãos Praças da Área de Saúde, que são
Guerreiros,dedicados naquilo que fazem, e fazem muito bem, que é salvar
vida, e sofrem na péle todos os tipos de pressões e ameaças que o
Combatente sofre nos Batalhões, e ganham a mesma "merréca" que nós.
Enfim estamos no mesmo barco. Pelo que entendi o Colega quiz dizer o
seguinte: "se o Major Glória Enfermeira, gosta tanto de prender Policial
(Praça) DOENTE, deveria participar de Operações Policiais, Incursões
juntamente com uma Equipe do G.A.T., para sentir o extresse do dia a dia
do Policial Militar, e com certeza pensaria até duas vezes antes de
tomar uma atitude tão desastrosa, como esta que tomou. Porque cercear a
Liberdade das pessoas amiga, é coisa séria e, a nossa Constituição é bem
clara quanto a isto. É esta a mentalidade, que temos que mudar, a
cultura que só porque tem uma estrêla, pode sair por aí prendendo Praça,
usando um Regulamento arcaico - covarde, e ultrapassado para a nossa
Sociedade Contemporânea. Vamos parar de picuínhas, pois o que esta
Senhora fez com o Colega foi COVARDIA sim.

Sgt Poeta disse...

MD. SENHORA SÍLVIA,
Gostaria de usar o seu espaço, neste veículo de grande AUDIÊNCIA, entre
os Praças da PMERJ, para escerever uma RESENHA, que tem o seguinte
Título:

PARA ONDE CAMINHA A
P.M.E.R.J.


Lendo os mais diversos episódios publicados,
as vezes até difíceis de acreditar de tão ESDRÚXULOS que são, porém
VERDADEIROS; eis que surge o Título acima. (PARA ONDE CAMINHA A
P.M.E.R.J.)? - Somos Chefes de Famílias, e logo pela manhã, tomamos
conhecimento pela Mídia, que o nosso Comandante supremo (O Governador),
nos qualifica como IMBECÍS e DESIQUILIBRADOS, ou seja uma Instituição
Bi-centenária, com tantas glórias conquistadas no presente e no passado,
sendo achincalhada, como uma FARÂNDOLA (grupos de maltrapilhos e
despreparados). Passados alguns dias, convidado pelo nosso Ilustre
Comandante Geral, eis que surge o tal Afro-Regae, que em pleno QG-PMERJ,
nos chama de BANDIDOS FARDADOS; com tudo isto amigos(as), ainda temos
que enfrentar os inimigos externos, que é a própria SOCIEDADE, para qual
somente temos valor quando estão precisando dos nossos Serviços, fora
disto somos MARGINALIZADOS E MASSACRADOS, pelo simples fato de sermos
Policiais Militares e, termos a missão de FISCALIZAR.
Para piorar, encontramos dentro das
CASERNAS, os nossos piores INIMIGOS, que são os Oficiais, é óbvio que
não estamos aqui para generalizar, mas se tornaria até hilário, se não
fosse VERDADE, o já sofrido Policial Militar procurar atendimento
médico, que é seu de Direito e de sua Família, conforme estabelece a
Carta Magna do nosso País, e ser futilmente PRESO, cercearem a sua
LIBERDADE, como se fosse um CRIMINOSO. O ridículo desta estória toda, é
que estas pessoas pensam que são DEUSES, não porque são super capazes,
mas porque deram uma SORTE, de se colocarem num degrau acima do outro
Ser. Achando melhor prender do que ajudar, imbuíndo-se da sua ARROGÂNCIA
e PREPOTÊNCIA, a fim de satisfazer o seu EGO-MESQUINHO.
Para finalizar, ainda nos resta uma
ESPERANÇA, que os verdadeiros Líderes, que são sem dúvidas os nossos
Comandantes, abram um Canal de Diálogo entre os Praças, procure mais
ouvir, sejam mais flexíveis, antes de ENCARCERÁ-LO como CRIMINOSO.
Porque a continuar assim, em breve assistiremos o emprego da LEI DE
TALIÃO entre nós, o que seria o Ponto Final da nossa Corporação.

ROBELOBLOG disse...

Cara senhora. Auguro seu grandão esteja pleno de saúde e que em breve esteja em ponto de bala. O assunto em tela é bastante apaixonante e lamentável. Os diversos comentários emitidos, com raríssimas excessões, estão eivados de preconceitos e despeitos. Nossa gente, realmente é sofrida, padece da falta de compreensão por parte de muitos oficiais, contudo, não se pode generalisar, nem, nos valermos desse democrático espaço, para nos encobrimos no anonimato e desancar quem quer que seja. Não conheço a dita Major, entretanto, tenho um relato de um companheiro inativo de certa atitude coercitiva, quando em CASCADURA. Quem não viu não pode atirar a primeira pedra. Os fatos pretéritos servem como indícios, não como afirmativas. Vamos moderar nossas acusações e buscar os foruns apropriados para "lavar roupa suja". Desse jeito, estamos dando asas aos inimigos para, cada vez mais, COMBATEREM, o bom combate dos PPMM.

Anônimo disse...

Olá Silvia.
Diz a lenda que... a Maj Glória nao se conformava com o fato de "UMA" SGT ter um relacionamento com um outro SGT. Parece que a OFICIAL não tolerava esse relacionamento, acho que queria tomar o lugar da "FEM".
A Militar foi transferida e a Maj ficou com o SGT.
Até pra roubar o namorado dos outros ela dava "estrelada".
Mas tempos depois... a ofice foi deixada pelo amante e transferida de cascadura.

CHRISTINA ANTUNES FREITAS disse...

Silvia!

Como por vezes sou uma "lesma lerda", estou aqui para agradecer sobre o comentário postado por voce sobre o Cap.Gustavo Freitas e a mãe do mesmo, que, Aff!, sou eu!

Como estava lendo os comentários a algum tempo, fui vendo as postagens somente, o que certamente me eleva a condição de "lesma lerda".

Fiquei feliz com as notícias que Geraldo e meu Gustavo, me trouxeram do encontro com voce, e sobre o restabelecimento de seu marido (tenho a impressão que foi numa Comunidade dele no Orkut, uma das primeiras que entrei...). Continuo na grande torcida e expectativa de vê-lo de volta, liberado de médicos e remédios.

Um dia vamos sentar, conversar, e entender esta grande teia de desencontros e encontros que nos uniram. NADA ACONTECE POR ACASO!

Muito obrigado pelas palavras, até porque, vindas de você é um grande privilégio.

Abraço fraterno,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS

Anônimo disse...

Saudações no sol divino da alvorada nova e redentora!

Cartos irmãos de caminhada evolutiva na escola temporária da Terra, não vou postar-me como anônimo, mas, sim, como RG 32.022 RR da PMERJ.
A cerca do ocorrido na PPMSJM... levar à público um fato isolado como esse, não tem o menor caráter Corporativo, apenas reflete, de ambas as partes, a intolerância. O orgulho e o egoísmo encontra respaldo apenas onde há "portas abertas" para recebê-los. A disciplina é, ainda, imposta por regulamentos, leis, etc... O direito da Praça termina quando inicial o, do Oficial e vice-versa.
A Sabedoria pressupõe humildade! Tenho absoluta certeza de que não existem oficiais bons ou ruins, mas, sim, pessoas conscientes que em certos momentos "abrem as portas para os desequilíbrios" que ainda nols são próprios. Uma criatura indisciplinada é um espírito pouco evoluído. "Dai a Cesar o que é de Cesar" - asseverou o Divino Mestre. É preciso respeitar aqueles que alcançam "o poder transitório" na Terra, sem nos esquecermos que por sermos todos imortais, também vivenciamos todas essas posições no campo infinito das existências. A partir desse esclarecimento básico devemos pautrar nossa conduta e, se assim, ainda, não aceitarmos, então, devemos pelo menos respeitar as diretrizes que, por hora, são necessárias ao aperfeiçoamento das criaturas.
NÃO CONHEÇO NENHUMA DAS PARTES ENVOLVIDAS, MAS TENHO CERTEZA DE QUE CRÍTICAS NÃO OS REBAIXARÃO, NEM, TAMPOUCO ELOGIOS OS ELEVARÃO, pois somos o somatório de muitas dores e consolações que no curso das boas obras alcançadas pelo mérito pesoal nos tornam dignos de existir. Não importa o que somos, diante dos valores das popsições transitórias na sociedade; importa, sim, que tudo feito com amor, perseverância e vontade é grande, por menor que seja a posição social.

Anônimo disse...

Essa tal major Glória realmente não tem escrúpulo algum, é totalmente arrogante e sem educação. Não conhece a palavra RESPEITO, sempre humilha e grita com seus subordinados. Ela deveria ser realmente severamente punida por suas arbitrariedades (que são muitas). Mas como tenho muita Fé em Deus, sei que o castigo dela está por vir, e não tardará. Amém